Com autorizações concluídas, estrutura pronta e equipes preparadas, o Grupo Chibatão confirmou para esta quinta-feira (17) o deslocamento do píer provisório flutuante para Itacoatiara. A medida é preventiva e ocorre diante do avanço da vazante em trechos estratégicos dos rios, como Tabocal e Enseada Madeira, onde o nível das águas apresenta redução média de cerca de 32 centímetros por dia, segundo dados acompanhados por entidades como Manaus Pilots e Proa Manaus.
A antecipação busca garantir uma alternativa logística caso a redução do nível dos rios limite a chegada de grandes embarcações a Manaus. Instalado em Itacoatiara, o píer permite operações de transbordo e baldeação, com a transferência de cargas para balsas e posterior transporte até a capital.
A estrutura possui as autorizações da ANTAQ, Marinha do Brasil, Receita Federal e IPAAM, além de manutenção e procedimentos de segurança concluídos.
A solução já foi testada durante a severa estiagem de 2024. Naquele período, o píer recebeu 35 navios e movimentou quase 59 mil contêineres, contribuindo para manter o fluxo de matérias-primas destinadas ao Polo Industrial de Manaus, produtos para o comércio e outras cargas essenciais à economia do Estado.
“Estamos falando de uma estrutura que já está pronta, regularizada e preparada para cumprir seu papel. Na Amazônia, a logística precisa agir antes do problema, e é isso que o Grupo Chibatão vem fazendo”, afirmou Jhony Fidelis.
A iniciativa conta ainda com diálogo com instituições ligadas à indústria, comércio e infraestrutura, como CIEAM, DNIT, SEDECTI, CDL Manaus e Suframa.
Com a experiência de 2024 e a estrutura novamente preparada, o Grupo Chibatão busca antecipar uma alternativa para reduzir os impactos da estiagem sobre o abastecimento, a indústria e o comércio do Amazonas.






